quinta-feira, 23 de outubro de 2014

O PARTO (amor de mãe)

Ser mãe

Ser mãe (ou pai) é o maior ato de coragem que alguém pode ter.

Ser mãe é ver a barriga crescer e fazer planos.

Ser mãe começa com alguns meses de muito enjôo, aumento de peso, dores na coluna, aprimoramento da arte de arrumar travesseiros, preenchendo espaços entre o volume da barriga e o resto da cama.

Ser mãe é não esquecer a emoção do primeiro movimento do bebezinho dentro da barriga. 

É descobrir que sua vida tem menos valor depois que chega o bebê. 

Ser mãe é viver um dia de cada vez, uma fralda de cada vez, uma mamada de cada vez, uma soneca de cada vez.

Ser mãe é uma confusão. Uma mistura intensa de sensações e sentimentos.

Ser mãe é não ver o dia passar. É saber que o mês passou só quando perguntam quanto tempo o seu filho tem.

Ser mãe é ser forte sem ter noção da força.

É escolher com o quê ter paciência. É descobrir uma nova mulher em si a cada dia.

É não se importar com o resto do mundo. É não pensar tanto no futuro. É ter vontade de olhar fotos antigas para ver com quem ele realmente se parece.

Ser mãe é não ter sono. Ou ter e fingir que ele não existe.

Ser mãe é ficar parada na beira do berço. É dizer “Deus te abençoe”. É entender que o amor existe em diversas formas, principalmente nessa, tão pura e transparente.

É não pensar mais em morte, é entender a vida.

Ser mãe é aguentar o tranco.

É sentir dor nas costas, nas pernas, nos braços. E não sentir mais nada quando um sorriso se abre, quando um choro começa ou a tosse dispara.

Ser mãe é discutir com o pediatra, é questionar o medicamento, é acreditar nas dicas da vovó.

Ser mãe é descobrir que se pode amar ainda mais um homem ao vê-lo passar talco, cuidadosamente, no bebê ou ao observá-lo sentado no chão, brincando com o filho. 

É se apaixonar de novo pelo marido, mas por razões que antes de ser mãe consideraria muito pouco românticas. 

Ser mãe é renovar laços. Com si próprio, com a família, com as tradições.

Ser mãe é estar completa.

É ter o coração quente, os olhos cheios de lágrimas, os braços cheios de força e a cabeça repleta de idéias e preocupações.

É entender o começo de tudo. É procurar explicações bem no fundo.

É suspirar. É concordar discordando.

É, desde o exame positivo, nunca mais estar sozinha, e mesmo sozinha, ter em quem pensar.

Ser mãe é seguir em frente.

É não deixar que o tempo pare e é achar que passa rápido demais.

Ser mãe é simplesmente ser mãe. Sempre!
Texto retirado da internet e adaptado.
Meu nascimento aconteceu no Hospital Santa Luzia, em Brasília, no dia 12 de outubro de 2014, às 08:54. Papai filmou tudo e agora nós estamos dividindo esse momento com você!

O vídeo mostra um pouco do que acontece com o bebê em seus primeiros momentos de vida.

O nascimento é um momento único para o bebê, é quando, em poucos segundos, ele experimenta as mais diversas sensações e passa por mudanças radicais. São nesses momentos que vemos como a vida realmente é um presente, uma dádiva de Deus.

Um comentário: